“Bahia, à mesa.” Publicado em 1928, este clássico recria, com voz viva e respeito profundo, a cozinha afro‑brasileira que deu ao Brasil alguns de seus sabores mais amados . Manuel Querino — artista, educador e pioneiro na valorização da cultura negra — registra usos, ingredientes e rituais que unem matrizes indígena, africana e portuguesa numa culinária de identidade única. Ao folhear estas páginas, você entra nas feiras e nas festas da Bahia: a moqueca perfumada de azeite de dendê , o acarajé vendido pelas baianas de branco, o caruru de dia de santo — e as histórias que fazem cada prato ter propósito e memória. Querino observa a mesa e a cidade com atenção rara, ligando o que se cozinha ao que se celebra, e mostrando por que a Bahia é, até hoje, um território de sabor e afeto. Você encontrará: Um panorama conciso e culturalmente a utêntico dos pilares do sabor (dendê, leite de coco, pimentas, quiabo) — com contexto que torna o “porquê” inesquecível. - Conexões entre pratos icônicos — como acarajé , vatapá , caruru e moqueca — e as tradições do povo de santo e das festas populares, num olhar respeitoso e embasado. - Um companheiro de leitura e pesquisa para cozinheiros, estudantes e viajantes que buscam um retrato c omprovado e sustentado por p esquisa da cozinha baiana. Se você deseja história culinária envolvente, direta e fiel às vozes que a criaram, este volume entrega um registro duradouro — um “pequeno grande” livro, ainda atual, que continua a inspirar cozinhas e estudos. Comece hoje a explorar os sabores lendários da Bahia . Adquira seu exemplar agora e leve para casa um clássico autêntico da nossa cultura.