Visite o website do author www.luispeaze.com - ««« »»» - Luis Peazê acumulou vivência por terras e mares estranhos, e tamanha galeria de tipos desgarrados mundo afora, em busca de identidades perdidas ou por encontrar, mistos de Ulisses, Robinson Crusoé, Guliver, Marco Pólo ou até de um Gilliatt, personagem da ficção de Victor Hugo em Os Trabalhadores do Mar, (...) com a dimensão dos grandes romancistas que, desde a estréia, já domina o arcabouço de um narrador de primeira linha (...), que muito enriquecerá a literatura brasileira. [ Moacir C.Lopes autor de A Ostra e o Vento . Setembro de 2000, Rio de Janeiro.] - "Luis Peazê captura tudo o que todos sonham do sublime sentimento pelo "Mar", e a relação do homem com o mar. Mais importante ainda, em um barco que ele construiu para si mesmo do amor pela arte de construi-lo. Uma construção espiritual e uma travessia do início ao fim." Andy Garcia , ator e diretor (Los Angeles)" - ««« »»» - “(...) Peazê é capaz de escrever sobre uma abundância de fatos e uma galeria rica de personagens, sem perder a oportunidade de criar imagens e poesia. Claramente ele venceu a tarefa de nos apresentar uma aventura única. O precedente para este tipo de narrativa é Hemingway, (...) ” [ Moacir C.Lopes autor de A Ostra e o Vento . Setembro de 2000, Rio de Janeiro.] - ««« »»» - Hemingway uma vez disse "Para escrever sobre a vida, primeiro você deve vivê-la". Eu tive a chance de ler esta história fascinante. Luís Peazê é o tradutor oficial de Ernest Hemingway no Brasil, então é justo que ele tenha escrito uma história de vida em seu barco e as aventuras que ele experimentou. O que é verdadeiramente fascinante é que ele construiu seu próprio barco de uma forma que sua história é "construída com suas próprias mãos". Uma leitura obrigatória para qualquer amante dos mares abertos e para quem quiser experimentar o seu próprio horizonte." Christopher Hemingway - ««« »»» - Um livro de aventura diferente. Um casal de brasileiros comuns, monta uma fábrica em três países e em quatro anos, joga tudo para o alto e realiza o sonho de construir um veleiro com as próprias mãos, sem experiência prévia. E aventura-se num dos mares mais perigosos do mundo, na costa leste da Austrália sem saber velejar e sem dinheiro. Mas Alvídia vai muito além de uma peripécia náutica, é uma história de amor, da exaltação de valores universais, uma lição de otimismo, uma viagem de algum modo necessária, que vale a pena se embarcar, um horizonte a mais. Ilhas paradisíacas, ancoragens inenarráveis, velejadas ao pôr do sol, são o pano de fundo da realização de um sonho e, com muito humor, da história de uma aprendizagem fundamental: "às vezes é preciso perder para ganhar..." "Luis Peazê captura tudo que todos sonham, no sublime sentimento pelo "Mar", e a relação do homem com o mar. Mais importante ainda, em um barco que ele construiu para si mesmo do amor pela arte de construi-lo. Uma construção espiritual e uma travessia do início ao fim." Andy Garcia, ator e diretor (Los Angeles) Hemingway uma vez disse "Para escrever sobre a vida, primeiro você deve vivê-la" . Eu tive a chance de ler esta história fascinante. Luís Peazè é o tradutor oficial de Ernest Hemingway no Brasil, então é justo que ele tenha escrito uma história de vida em seu barco e as aventuras que ele experimentou. O que é verdadeiramente fascinante é que ele construiu seu próprio barco de uma forma que sua história é "construída com suas próprias mãos". Uma leitura obrigatória para qualquer amante dos mares abertos e para quem quiser experimentar o seu próprio horizonte. Chritopher Hemingway (Hemingway´s family member) "Eu não consegui parar de ler, às vezes ficava nervosa, outras dava gargalhadas." Eillen (leitora carioca) " Você me deram esperança de o amor existe. " Nani (separada, paulista nos encontrou em Porto Seguro) "Por favor envie mais um exemplar, autografado para mim, e embalado separado, emprestei o meu e não devolveram. E os dois extras do pedido autografados para ...." José (médico) ...alguns de milhares de mensagens que o autor continua recebendo desde a primeira edição no ano 2000. Posfácio 20 anos após realizar o sonho, Alvídia continua me inspirando; sempre que abro aleatoriamente em alguma de suas páginas, sinto ânimo renovado para vencer dificuldades, alcançar objetivos. E a Helga é cúmplice nessa aventura também. O livro foi lançado no ano 2000, desde então recebo emails de leitores que se tornam amigos, e, embora não tenha chance de relacionamento e proximidade, a cada amigo que faço através de Alvídia, sinto-me um elo numa corrente de sonhadores. Sou receptivo a todos que me procuram, e tenho uma vontade sincera de que cada um possa sentir a mesma inspiração que me proporcionou realizar o meu sonho. Da mesma forma, cada personagem do Alvídia, é nutrida bem viva no meu cotidiano. Penso nelas permanentemente, nos que não navegam mais em nossas águas terrestres e nos que estão espalhados pelos luga